Notícia | Fliperama Análise
Final Fantasy IV
07/12/2009 às 19:47
Final Fantasy IV
Há mais de 15 anos atrás, a Squaresoft chocou o mundo dos games com sua obra prima Final Fantasy II (que na verdade é o quarto jogo da série, mas, apenas o segundo lançado nos EUA). Pela primeira v...
8.7
Ótimo
Mais sobre o jogo: ImagensVídeos
prós/contras
+ Campanha envolvente
+ Multiplayer balanceado
+ Quantidade de cinematics
+ Gráficos
+ Número de jogadores
- Poucas raças
- Poucas unidades
Há mais de 15 anos atrás, a Squaresoft chocou o mundo dos games com sua obra prima Final Fantasy II (que na verdade é o quarto jogo da série, mas, apenas o segundo lançado nos EUA). Pela primeira vez, os jogadores de RPG de console não recebiam alguns heróis genéricos e eram enviados para impedir algum maléfico mago a dominar o mundo; ao invés disso, eles foram introduzidos para uma quantidade ampla de personagens humanos e que se envolviam com vários problemas adultos como amor, ódio, honra, dever, traição e redenção. Agora, essa saga épica foi totalmente refeita em 3D para o Nintendo DS. Cecil, Kain e Rosa, sendo rostos antigos ou novos, fazem esta aventura definitivamente imperdível.

Cecil é um homem com um dilema. Apesar de ligado ao seu dever de servir seu rei e seu país, como o Lorde Capitão dos Red Wings, sua consciência está pesada com os pecados que ele cometeu no nome do Barão. O antigo rei, antes amável e compreensível, que tomou Cecil em seu ensino na arte da Espada Negra, tornou-se um tirano sinistro e ganancioso que busca pelos cristais sagrados pelo mundo afora por razões desconhecidas. Assim que retorna de uma missão no vizinho Mysidia, amigo do Barão, onde Cecil e seus homens foram forçados a roubar um dos cristais como se fossem bandidos comuns, ele finalmente arrisca questionar os motivos do rei. Por sua insubordinação, Cecil perde sua posição militar e é mandado para vagar para a vila do norte chamada Mist, onde seu destino será revelado e sua jornada de arrependimento começará.

Kain, Rydia, Rosa, Tellah e o Vilão Golbez estão todos presentes na saga para DS e o que não falta é dificuldade nesse remake. Antigos chefes estão mais difíceis e até mesmo para os mais experientes o desafio estará presente. Tal fato ocorre de forma mais inteligente do que em muitos RPG’s: a dificuldade está na estratégia presente em cada combate – mesmo com o novo sistema de auto-battle – e não mais nos encontros aleatórios imprevisíveis e numerosos que povoam títulos do gênero. Os novos visuais tridimensionais criam uma experiência ainda mais rica e os modelos dos personagens, feitos durante o game em um estilo leve e mesmo humorístico, acabam sendo um atrativo a mais para veteranos da série. Tudo ainda mantém o toque artístico do game original, seja no design dos cenários, seja nos personagens que retornam à franquia, tudo com a necessária maquiagem para se encaixar nas capacidades do portátil.

Mudanças também ocorreram com a jogabilidade. A possibilidade de visualização do mapa através de um mini-map na tela acaba sendo uma adição bem-vinda, assim como a habilidade de transportar habilidades mágicas entre personagens, evitando que o gamer perca uma magia porque um dos personagens saiu do bando, o que de fato ocorre durante a trama. O combate ainda funciona em um tradicional estilo de turnos e será, de certa forma, familiar a qualquer jogador que já visitou os jogos clássicos da série. Um novo sistema possibilita, entretanto, que o jogador coloque certas habilidades em destaque, para que sejam usadas automaticamente com mais freqüência. É uma mudança pouco inovadora se comparada às mudanças que a jogabilidade da série vêm sofrendo nos últimos anos, mas assim como todos os outros fatores que permeiam o jogo, os produtores decidiram por criar uma experiência mais em harmonia com os conceitos tradicionais dos RPG’s japoneses e das raízes da franquia em si. Finalmente, o departamento sonoro conta com diversos remakes das músicas originais e muito foi feito para tornar a experiência um épico. A inserção de diálogos falados em grandes quantidades e vídeos CG’s da alta qualidade esperada em um título da Square Enix traz mais uma camada de riqueza à trama.

Veja as dicas abaixo:

Uniformes de Whyt

Uniformes

Como conseguir

Paladin

Pontuação de 9999 no minigame de Cecil

Dragoon

Pontuação de 9999 no minigame de Kain

White Mage

Pontuação de 9999 no minigame de Rosa

Summoner/Black Mage

Pontuação de 9999 no minigame de Rydia

Ninja

Pontuação de 9999 no minigame de Edge

Goblin outfit

Feche o jogo duas Vezes

Zeromus outfit

Feche o Bestiary em 100%

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