Notícia | Fliperama Análise
Dragonball: Evolution
05/03/2010 às 22:40
Dragonball: Evolution
A popular franquia Dragonball, que gerou diversas edições de mangas e animes, além de bonecos de ação e apetrechos diversos, está agora a dar sua primeira investida em Hollywood, com o lançamento d...
3.5
Fraco
Mais sobre o jogo: ImagensVídeos
prós/contras
+ Campanha envolvente
+ Multiplayer balanceado
+ Quantidade de cinematics
+ Gráficos
+ Número de jogadores
- Poucas raças
- Poucas unidades
A popular franquia Dragonball, que gerou diversas edições de mangas e animes, além de bonecos de ação e apetrechos diversos, está agora a dar sua primeira investida em Hollywood, com o lançamento de seu primeiro longa metragem live-action marcado para abril deste ano. Como não poderia deixar de ser a produtora Namco Bandai, detentora da série Dragonball nos videogames, decidiu criar um game para acompanhar de perto o lançamento do filme.

O game até o momento parece uma versão dos jogos de luta tradicionais de Dragonball, com os modelos tridimensionais dos atores colado em cima. A mecânica é essencialmente a mesma: dois lutadores se digladiam em cenários 3D (embora a movimentação se dê bidimensionalmente, com pequenos passos laterais possibilitando uma certa profundidade ao plano de combate). Os golpes são feitos com uma combinação entre botão e direcional, em um estilo parecido com Super Smash Bros. O sistema ainda conta com defesas avançadas e uma explosão de aura que serve para potencializar os golpes. Além disso, os golpes especiais são regidos por uma barra segmentada, que contabiliza a quantidade de KI – uma força espiritual de combate – com o qual o lutador conta no momento, e é preenchida conforme o jogador segura o botão L. A barra é dividida em sete segmentos e só quando preenchida completamente o ataque especial pode ser realizado.

O sistema de treinamento está bem interessante, contando com diversas opções para recriar situações de combate e modos de dificuldade, além de ter uma interface simples, que ameniza a monotonia do vai-e-vem na tela de seleção de golpes. Por outro lado, os golpes – uma média de 35 por personagem - não tem nomes próprios, o que dificulta na hora de memorizar e recriar combos. O sistema de combate ainda parece bem simples e sem inovações, e acaba rapidamente virando um festival de apertar botões.

Graficamente falando, o game ainda tem muito trabalho pela frente: os personagens parecem renderizações mal sucedidas dos atores do filme e os cenários são planos e pouco atraentes.
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